Uma briga entre roqueiros tomou conta de um vôo da Tam nesta sexta-feira, dia 2. Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr., deu um soco e quebrou o nariz de Marcelo Camelo, da banda Los Hermanos, segundo informações da Rádio Eldorado.
Os dois músicos estavam viajando para Teresina, onde se apresentaram no Piauí Pop Festival. A discussão começou quando Camelo criticou Chorão por ter sido garoto-propaganda da Coca-Cola. (...)
E eu não tô mentindo ó.
"Roqueiros" não é exatamente a melhor forma de se denominar Marcelo Camelo e Chorão. Não sei, porém, qual seria a melhor forma de fazer isso. Mas sei, sem a menor sombra de dúvida, que agora a antipatia que eu tinha por Charlie Brown Jr chega a ser insuportável.
Não sei se alguém aí se lembra, mas há um certo tempo atrás, quando o Jota Quest fez propaganda pra Fanta, o Chorão foi um dos primeiros a acusá-los de "vendidos, burrrguesinhos" e outros adjetivos que pode-se esperar que saiam da boca de um mano skatista.
Não demorou muito tempo, e se você ligasse a televisão no intervalo da novela das oito lá estava Chorão e sua corja de amiguinhos com o boné virado de ladinho que "não sabem fazer poesia, mas que se foda", fazendo propaganda da Coca-Cola. No estilo, ae!
Acho que quando fez essa crítica ao Jota Quest, o tal Chorão não sabia quão bom podia ser vender a imagem de sua banda pra uma grande empresa. A proposta deve ter sido tentadora, no mínimo. Ou então a memória dele é tão boa quanto o seu português, e ele já nem se lembrava mais de seus "princípios" quando resolveu fazer a tal propaganda da Coca Cola.
Tá certo que nem eu, nem o Marcelo Camelo, nem ninguém exceto os integrantes e o empresário do Charlie Brown Jr temos alguma coisa a ver com o que eles fazem ou deixam de fazer com a imagem da banda. E nem me diz respeito se a música deles é comercial ou deixa de ser. Ai já estaria entrando numa questão muito complexa, mesmo.
Mas eu também não tenho nada a ver com muitas outras coisas sobre as qual eu falo. Mal, ou bem.
Opiniões, apenas isso. E não interessa se o assunto sobre o qual opinamos faz ou não diferença em nossa vida. É antiga demais a história que diz que todo mundo tem direito de dizer o quiser. Também é antiga a história de "quem diz o que quer, ouve o que não quer".
Mas veja bem, estamos falando sobre "dizer".
Quebrar o nariz dos outros com soco já é outra coisa.
É coisa de quem não tem habilidade nenhuma com as palavras. Nem a mínima, que é necessária pra se comunicar com qualquer pessoa.
Mas vamos dar um desconto. É o líder do Charlie Brown Jr. "Nem que for só por uma noite". Não dá pra esperar nada menos animal disso não.
[Tá bom, com esse post eu posso ficar sessenta e cinco dias sem postar. E dou um doce pra quem ler tudo.]
sábado, julho 03, 2004
quinta-feira, julho 01, 2004
Saldo do dia: - 1 (uma) análise muito meia boca sobre um livro que eu nunca li, mas que tenho que fingir que li, entendi e gostei na frente da sala inteira amanhã.
- Noções [mais meia-bocas ainda] de nomenclatura de óxidos [acho que isso é química]
- Estômago reclamando
- Olheiras
- Cansaço e muito... muito sono.
Ah sim, e um post inútil escrito enquanto eu ouvia alguém cantar que é "um homem com uma missão, passando pelo meu prédio essa noite". Desconfio que ele fazia isso em outra língua, mas vá lá.
Acho que eu preciso dormir por um dia inteiro. Ou quem sabe por uma semana. Vai ver assim deixo de pensar besteiras que eu pensei que não mais me incomodariam.
E se você concorda, Pisque Band!
[Não, eu não tô variando. Eu só não gosto de semana de provas.]
- Noções [mais meia-bocas ainda] de nomenclatura de óxidos [acho que isso é química]
- Estômago reclamando
- Olheiras
- Cansaço e muito... muito sono.
Ah sim, e um post inútil escrito enquanto eu ouvia alguém cantar que é "um homem com uma missão, passando pelo meu prédio essa noite". Desconfio que ele fazia isso em outra língua, mas vá lá.
Acho que eu preciso dormir por um dia inteiro. Ou quem sabe por uma semana. Vai ver assim deixo de pensar besteiras que eu pensei que não mais me incomodariam.
E se você concorda, Pisque Band!
[Não, eu não tô variando. Eu só não gosto de semana de provas.]
segunda-feira, junho 28, 2004
Nesse final de semana fiz algo que eu deveria ter feito há muito tempo.
[Pausa pro suspense.]
Nããão... Ainda que eu tivesse feito algo pendente realmente interessante eu não iria escancarar isso aqui.
O que eu quero dizer na verdade é que sábado eu assisti o já muito bem recomendado a mim Shrek, e hoje assisti Shrek 2. Difícil dizer qual dos dois é melhor, mais engraçado, mais fofo e etc.
Eu diria que o segundo é mais constrangedor, pelo menos pra mim. O primeiro eu assisti na casa da Natália, junto com o Léo, e com sua mãe. Pessoas com um senso de humor igualmente bobo, como o meu. Logo, nas cenas estúpidas eu não morria de rir sozinha. Já Shrek 2 eu vi no cinema, e em algumas cenas minha risada fazia eco no cinema. Ninguém me acompanhava de verdade. E tímida que eu sou, ficava com a bochecha até vermelha quando isso acontecia.
Vale ressaltar que mais de metade das cadeiras do cinema estavam ocupadas por crianças, apesar de que eu não acho que esse filme é uma animação voltada pro público infantil.
Mas em uma coisa, a reação das pessoas é unânime ao assistir Shrek 2.
É só o tal gato de botas fazer essa carinha de vítima que todo mundo solta um Ooown... seguido de um "que gracinha!" ou qualquer coisa do gênero.
Enfim, não vou me prolongar nisso aqui porque meu tempo e a paciência de vocês não me permitem. Assistam os Shrek's e, caso vocês sejam bobos como eu, riam baixinho, porque ouvir sua risada "solo" no cinema não é uma experiência muito agradável.
[Boa noite e Boa semana pra vocês. E lembrem-se... Segunda Feira não é de todo mal assim. Uma hora ela acaba.]
[Pausa pro suspense.]
Nããão... Ainda que eu tivesse feito algo pendente realmente interessante eu não iria escancarar isso aqui.
O que eu quero dizer na verdade é que sábado eu assisti o já muito bem recomendado a mim Shrek, e hoje assisti Shrek 2. Difícil dizer qual dos dois é melhor, mais engraçado, mais fofo e etc.
Eu diria que o segundo é mais constrangedor, pelo menos pra mim. O primeiro eu assisti na casa da Natália, junto com o Léo, e com sua mãe. Pessoas com um senso de humor igualmente bobo, como o meu. Logo, nas cenas estúpidas eu não morria de rir sozinha. Já Shrek 2 eu vi no cinema, e em algumas cenas minha risada fazia eco no cinema. Ninguém me acompanhava de verdade. E tímida que eu sou, ficava com a bochecha até vermelha quando isso acontecia.
Vale ressaltar que mais de metade das cadeiras do cinema estavam ocupadas por crianças, apesar de que eu não acho que esse filme é uma animação voltada pro público infantil.
Mas em uma coisa, a reação das pessoas é unânime ao assistir Shrek 2.
É só o tal gato de botas fazer essa carinha de vítima que todo mundo solta um Ooown... seguido de um "que gracinha!" ou qualquer coisa do gênero.
Enfim, não vou me prolongar nisso aqui porque meu tempo e a paciência de vocês não me permitem. Assistam os Shrek's e, caso vocês sejam bobos como eu, riam baixinho, porque ouvir sua risada "solo" no cinema não é uma experiência muito agradável.
[Boa noite e Boa semana pra vocês. E lembrem-se... Segunda Feira não é de todo mal assim. Uma hora ela acaba.]
sábado, junho 26, 2004
Agora me diz uma coisa: existe capa de cd mais sugestiva que essa? Claro que você tem de imaginar que o coitado que tá virando churrasco na capa é algum integrante da banda, de preferência o vocalista-tenho-piercing-sou-cool-forço-sotaque-mineirinho Rogério Flausino.
E juro que meu ódio não é tão gratuito como pode parecer. "O amor, é o calor, que aquece, a alma" sacaneia o bom senso de qualquer pessoa. Tá bom. Talvez eu esteja sendo implicante demais.
Mas numa coisa vocês tem de concordar comigo... essa capa é genial.
quinta-feira, junho 24, 2004
Mas será que nove horas de sono seguidas já não bastam pra mim?
Não dá pra entender porque meus olhos ainda tão pesando e a vontade de não ir a aula de forma alguma tá tomando conta de mim.
Sem contar no frio que tá fazendo. Definitivamente, sete horas da manhã não é um horário acordável.
Obrigações... eu [todos nós] viveria[mos] muito melhor sem elas.
=/
Não dá pra entender porque meus olhos ainda tão pesando e a vontade de não ir a aula de forma alguma tá tomando conta de mim.
Sem contar no frio que tá fazendo. Definitivamente, sete horas da manhã não é um horário acordável.
Obrigações... eu [todos nós] viveria[mos] muito melhor sem elas.
=/
domingo, junho 20, 2004
Ah, vá lá.
Textinho wannabe rabiscado na minha última aula de Biologia II.
O peito que se infla, na iminência de realizar um tímido suspiro, é rapidamente reprimido pela razão. E sob as lembranças de tudo que já feriu seu corpo e sua alma em uma época não muito distante, ele solta um meio suspiro. O frio na barriga, a ansiedade, e, porque não?, a alegria (todos repentinos como nunca ousam ser), são interrompidos com o baixar brusco do peito.
Tudo porque encher os pulmões com este ar novo e limpo é perigoso, logo proibido.
Entre os movimentos confulsivos que seu peito fará diante de uma crise de choro, entre as pernas que ficarão bambas diante de sua aproximação inevitável, entre estar sufocado por tanta felicidade, entre o ar que não mais será necessário no momento de sua partida, e entre todas as situações opostas a que sua existência será submetida, ele escolhe um meio suspiro.
[E você há de concordar comigo. Ainda que o resultado final seja uma besteira como a escrita acima, rabiscar as últimas folhas da apostila de Biologia é sete vezes mais interessante que aprender sobre a reprodução vegetal.]
Textinho wannabe rabiscado na minha última aula de Biologia II.
O peito que se infla, na iminência de realizar um tímido suspiro, é rapidamente reprimido pela razão. E sob as lembranças de tudo que já feriu seu corpo e sua alma em uma época não muito distante, ele solta um meio suspiro. O frio na barriga, a ansiedade, e, porque não?, a alegria (todos repentinos como nunca ousam ser), são interrompidos com o baixar brusco do peito.
Tudo porque encher os pulmões com este ar novo e limpo é perigoso, logo proibido.
Entre os movimentos confulsivos que seu peito fará diante de uma crise de choro, entre as pernas que ficarão bambas diante de sua aproximação inevitável, entre estar sufocado por tanta felicidade, entre o ar que não mais será necessário no momento de sua partida, e entre todas as situações opostas a que sua existência será submetida, ele escolhe um meio suspiro.
[E você há de concordar comigo. Ainda que o resultado final seja uma besteira como a escrita acima, rabiscar as últimas folhas da apostila de Biologia é sete vezes mais interessante que aprender sobre a reprodução vegetal.]
quinta-feira, junho 17, 2004
Eu não sei quem foi que inventou que na vida nós temos que Plantar uma árvore, escrever um livro e ter um filho pra... pra sei lá, pra se sentir completo, feliz, ou vivido.
Mas eu sei que se eu for seguir as recomendações dessa pessoa eu não posso, definitivamente, morrer tão cedo. Porque até onde eu me lembro, tudo o que eu já plantei foi feijaozinho no algodão molhado dentro do pote de iogurte e tudo que eu já escrevi foram posts nesse blog e uma matéria censurada pro jornal da escola [va lá que isso não é de todo mal. Se censuram é porque incomoda.]. E quanto aos filhos que eu fiz... Opa. Tem disso não.
Daí fico pensando se eu vou ter de viver mais 17 anos pra transformar esse "projeto de vida realizada" em vida de verdade.
Mas aí eu me contento com a idéia de que quem inventou essa coisa de "árvore-livro-filho" era uma marmota simpatizante do greenpeace cheia de filho catarrento pedindo colo metida à escritora no auge da necessidade de auto-firmação causada por sua crise existencial mais "crise" mesmo.
Então eu clico no publish post aqui embaixo e durmo tranquila.
Mas eu sei que se eu for seguir as recomendações dessa pessoa eu não posso, definitivamente, morrer tão cedo. Porque até onde eu me lembro, tudo o que eu já plantei foi feijaozinho no algodão molhado dentro do pote de iogurte e tudo que eu já escrevi foram posts nesse blog e uma matéria censurada pro jornal da escola [va lá que isso não é de todo mal. Se censuram é porque incomoda.]. E quanto aos filhos que eu fiz... Opa. Tem disso não.
Daí fico pensando se eu vou ter de viver mais 17 anos pra transformar esse "projeto de vida realizada" em vida de verdade.
Mas aí eu me contento com a idéia de que quem inventou essa coisa de "árvore-livro-filho" era uma marmota simpatizante do greenpeace cheia de filho catarrento pedindo colo metida à escritora no auge da necessidade de auto-firmação causada por sua crise existencial mais "crise" mesmo.
Então eu clico no publish post aqui embaixo e durmo tranquila.
domingo, junho 13, 2004
Na falta do que postar, peço sugestões ao Rafael sobre o que enfiar aqui, e no meio da conversa ele me pergunta do que eu tenho medo.
Pensei um pouco, oscilei entre pessoas e situações, mas na verdade eu descobri que medo mesmo, eu só tenho de uma coisa.
Tenho medo de dor, seja ela física ou não. Porque acho que esta é uma das poucas coisas que o costume não consegue remediar. Meus outros medos são apenas consequência deste.
E vocês? Temem o que?
"Well I could sleep forever, but it's of her I dream.
If I could sleep forever, I could forget about everything.
If I could sleep forever..."
The Dandy Warhols - Sleep
[Tô gostanto desses meninos. Letras bobinhas e melodias arrastadas sempre me atraem.]
Pensei um pouco, oscilei entre pessoas e situações, mas na verdade eu descobri que medo mesmo, eu só tenho de uma coisa.
Tenho medo de dor, seja ela física ou não. Porque acho que esta é uma das poucas coisas que o costume não consegue remediar. Meus outros medos são apenas consequência deste.
E vocês? Temem o que?
"Well I could sleep forever, but it's of her I dream.
If I could sleep forever, I could forget about everything.
If I could sleep forever..."
The Dandy Warhols - Sleep
[Tô gostanto desses meninos. Letras bobinhas e melodias arrastadas sempre me atraem.]
sexta-feira, junho 11, 2004
E ainda que os motivos pra se comemorar um aniversário sejam meio sem nexo [o que é assunto pra outro post], ontem eu resolvi antecipar o dia 12 de Junho e chamei pessoas legais pra vir aqui em casa. Tá certo que eu fiquei pra lá e pra cá a maior parte do tempo, mas deu pra me divertir muito, além do que eu adorei ver todo mundo aqui. [Ou, simplificando, "Ver a moçada reunida foi ducaraleo véi! U-rul!" ¬¬]
Abaixo eu coloquei algumas fotos que tiramos aqui ontem. Não dá pra colocar foto de todo mundo que eu gosto aqui, porque devido a correria e tal eu tirei pouquinhas fotos.
Ps: Só uma coisa... eu acho que todo mundo poderia ter ficado aqui até o primeiro 600 passar ó. Tava um ânimo que só vendo. E quando rolou um tal de Radiohead no som, a festa "bombou" com força. [Vá lá que essa é meio interna...]
Mas, enfim, foi tudo lindo. E obrigada as pessoas que mais uma vez contribuiram pra que eu ficasse feliz. Amo vocês. =*
[Own, que sentimental... :~]
Junim e "As Gêmeas" Camila barra Marina
Pessoas penetras [faz de conta que tá artístico]
O povo bonito meu Deus!
Porque fazer pose de fotografa esnobe e muito bom ó...
Eu e Bibái, Bibái e eu. Minha discípula Losermaníaca. Amo-te Bibái!
Marijane, Juzinha, Bibái e Natália. Ah... =D
Lisa e Marijane. E não vou falar de novo que eu amo essas pragas porque já tá batido.
Abaixo eu coloquei algumas fotos que tiramos aqui ontem. Não dá pra colocar foto de todo mundo que eu gosto aqui, porque devido a correria e tal eu tirei pouquinhas fotos.
Ps: Só uma coisa... eu acho que todo mundo poderia ter ficado aqui até o primeiro 600 passar ó. Tava um ânimo que só vendo. E quando rolou um tal de Radiohead no som, a festa "bombou" com força. [Vá lá que essa é meio interna...]
Mas, enfim, foi tudo lindo. E obrigada as pessoas que mais uma vez contribuiram pra que eu ficasse feliz. Amo vocês. =*
[Own, que sentimental... :~]
Junim e "As Gêmeas" Camila barra Marina
Pessoas penetras [faz de conta que tá artístico]
O povo bonito meu Deus!
Porque fazer pose de fotografa esnobe e muito bom ó...
Eu e Bibái, Bibái e eu. Minha discípula Losermaníaca. Amo-te Bibái!
Marijane, Juzinha, Bibái e Natália. Ah... =D
Lisa e Marijane. E não vou falar de novo que eu amo essas pragas porque já tá batido.
terça-feira, junho 08, 2004
Seguindo o conselho da Bibái eu assisti O Juri neste final de semana e gostei, mas não me surpreendi. O filme deu jeito no tédio dominical que tava começando a chegar por aqui, mas não fez mais que isso não.
Talvez porque eu achei que a história deu uma escorregada feia no desfecho. Eu não costumo gostar muito de finais "a-ha! Surpresa! Você não esperava por isso né?", e é exatamente assim que termina Runaway Jury [adorei o título em inglês].
O filme é a representação de um livro de mesmo nome, de John Grisham. Como eu nunca o li, não sei se o fim da história do livro condiz com a do filme. Creio que não, por isso acho bem provável que o diretor tenha se rendido à carinha de gente boa do John Cusack [e cá pra nós, é bem difícil não se render né?] e tenha resolvido livrar a barra dele no fim do filme. [Ops, acho que falei demais. :x]
Ainda assim, o filme valeu os três reais que eu paguei pelo aluguel da fita, apesar de que o desfecho não me convenceu mesmo.
Se bem que, como sabiamente já disse o Jinim, "A Lara vive num mundo onde ela acha que tem de criticar tudo...".
Vá lá, o filme é bom, e eu sou uma chata.
Portanto, assistam pessoas.
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